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Desempregado? É hora de autoavaliação e foco na busca da vaga certa

O candidato precisa analisar as experiências que já teve e deve, também, aproveitar para se qualificar.



por Ricardo Pererira



Fui demitido. E agora? Difícil não enfrentar o medo e a insegurança que acompanham essa notícia. No entanto, a decepção, assim como qualquer outro sentimento negativo, deve dar lugar à autoavaliação. É importante saber o motivo do desligamento. Se a resposta não for “corte de custos”, é necessário descobrir qual foi o problema. Se a questão for o baixo desempenho, é hora de mudar. Ver quais são os seus defeitos e pontos negativos e, é claro, mudá-los. Corrigi-los.


Com isso, fica o trabalho de identificar as oportunidades existentes no mercado de trabalho atual. O candidato precisa analisar as experiências que já teve e deve, também, aproveitar para se qualificar. “Existem cursos online gratuitos ou com custo muito baixo no Ciee, no Sesi, no Senac. A pessoa que foi demitida precisa, antes de tudo, ver quanto tempo poderá ficar sem emprego. Com isso, deve buscar aquele curso que o agrada e que mais pode agregar ao seu currículo”, explica a coach e colunista de carreira da Tribuna, Andrea Montrucchio.


Além dos métodos de capacitação, o interessado pode buscar também um curso de línguas e se aperfeiçoar, já que isso é, atualmente, exigência básica em muitas empresas.




Imagem: Tribuna do Paraná.

 

 

Procure certo


“Muitos profissionais descobrem que não conseguem vagas de trabalho porque estão procurando no lugar errado. Significa que não analisaram os conhecimentos e a bagagem que têm para se oferecer à vaga certa. Por problemas de autoestima, buscam em qualquer lugar e se decepcionam”, relata a especialista.


Antes de se colocar à disposição para contratação, a pessoa precisa saber se é realmente aquilo que ela pleiteia. O momento de desemprego não significa que qualquer ocupação deve ser aceita. “O funcionário pode se frustrar e, dali alguns meses, passará por todo processo novamente. Dessa maneira, acaba demitido ou querendo largar o trabalho. Isso não é saudável”, diz Andrea.





Fonte: Tribuna do Paraná, 14 de outubro de 2016.

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