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Paraná registra a segunda maior queda de produção industrial do País


A redução de ritmo observada na produção industrial nacional, na passagem de setembro para outubro de 2015, série com ajuste sazonal, foi registrada em 10 dos 14 locais pesquisados, com destaque para os recuos mais intensos no Pará (-6,0%), Paraná (-5,7%), Espírito Santo (-5,1%) e Amazonas (-4,9%). Vale destacar que, com exceção do Amazonas, que mostrou o quinto mês consecutivo de queda na produção (acumulando -10,8% nesse período), os demais haviam apontado taxas positivas em setembro: 12,4%, 4,1% e 0,4%. Goiás (-2,2%), Rio de Janeiro (-0,9%) e Rio Grande do Sul (-0,8%) também assinalaram recuos mais intensos do que a média nacional (-0,7%), enquanto Região Nordeste (-0,5%), São Paulo (-0,4%) e Minas Gerais (-0,1%) completaram o conjunto de locais com índices negativos em outubro de 2015. Por outro lado, Bahia (2,2%) e Ceará (0,9%) mostraram os avanços mais elevados nesse mês, com o primeiro eliminando parte da perda de 9,0% acumulada nos meses de agosto e setembro; e o segundo devolvendo parte do recuo de 1,9% verificado no mês anterior. Os demais resultados positivos foram registrados por Pernambuco (0,3%) e Santa Catarina (0,2%).

Ainda na série com ajuste sazonal, a evolução do índice de média móvel trimestral para o total da indústria nacional apontou queda de 1,0%, no trimestre encerrado em outubro de 2015 frente ao nível do mês anterior, e manteve a trajetória descendente iniciada em outubro de 2014. Em termos regionais, ainda em relação ao movimento deste índice na margem, 11 locais mostraram taxas negativas, com destaque para os recuos mais acentuados assinalados por Amazonas (-2,6%), Bahia (-2,4%), Rio de Janeiro (-2,1%), Goiás (-2,0%), Espírito Santo (-2,0%), Rio Grande do Sul (-1,7%) e Região Nordeste (-1,6%). Por outro lado, Ceará, com expansão de 0,7%, registrou o principal avanço em outubro de 2015.

Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial mostrou redução de 11,2%, em outubro de 2015, com treze dos quinze locais pesquisados apontando resultados negativos. Vale citar que outubro de 2015 (21 dias) teve dois dias úteis a menos do que igual mês do ano anterior (23).

Nesse mês, o recuo mais intenso foi registrado por Amazonas (-20,6%). Rio Grande do Sul (-16,6%), Paraná (-14,3%) e São Paulo (-12,9%) também apontaram resultados negativos mais acentuados do que a média nacional (-11,2%), enquanto Santa Catarina (-11,1%), Rio de Janeiro (-11,1%), Ceará (-9,3%), Bahia (-8,9%), Goiás (-7,8%), Minas Gerais (-7,7%), Região Nordeste (-6,4%), Espírito Santo (-5,2%) e Pernambuco (-4,2%) completaram o conjunto de locais com taxas negativas nesse mês. Por outro lado, Mato Grosso (4,6%) e Pará (3,5%) assinalaram os avanços nesse mês.

No indicador acumulado para o período janeiro-outubro de 2015, frente a igual período do ano anterior, a redução na produção nacional alcançou 12 dos 15 locais pesquisados, com seis recuando com intensidade superior à média nacional (-7,8%): Amazonas (-15,1%), Rio Grande do Sul (-11,8%), São Paulo (-10,5%), Ceará (-9,4%), Paraná (-8,5%) e Santa Catarina (-8,0%). Minas Gerais (-7,3%), Bahia (-6,4%), Rio de Janeiro (-6,3%), Região Nordeste (-4,5%), Pernambuco (-3,4%) e Goiás (-1,8%) completaram o conjunto de locais com resultados negativos no fechamento dos dez meses do ano. Por outro lado, Espírito Santo (9,5%) e Pará (5,9%) assinalaram os avanços mais intensos no índice acumulado no ano, impulsionados, em grande parte, pelo comportamento positivo vindo do setor extrativo, enquanto Mato Grosso (3,4%) mostrou o crescimento mais moderado.

A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos doze meses, com o recuo de 7,2% em outubro de 2015 para o total da indústria nacional, assinalou a perda mais intensa desde novembro de 2009 (-9,4%) e manteve a trajetória descendente iniciada em março de 2014 (2,1%). Em termos regionais, 12 dos 15 locais pesquisados mostraram taxas negativas, em outubro de 2015, e 13 apontaram menor dinamismo frente ao índice de setembro último. As principais reduções de ritmo entre setembro e outubro foram registradas por Goiás (de 0,7% para -1,1%), Espírito Santo (de 11,5% para 9,9%), Bahia (de -4,0% para -5,5%), Rio Grande do Sul (de -9,3% para -10,4%), Amazonas (de -13,5% para -14,5%) e Região Nordeste (de -3,0% para -3,9%), enquanto Mato Grosso (de 3,9% para 4,0%) e Pernambuco (de -3,8% para -3,7%) mostraram os ganhos entre os dois períodos.

Indicadores Conjunturais da Indústria
Resultados Regionais
Outubro de 2015

Locais Variação (%)
Outubro 2015/
Setembro 2015*
Outubro 2015/
Outubro 2014
Acumulado
Janeiro-Outubro
Acumulado nos
Últimos 12 Meses
Amazonas
-4,9
-20,6
-15,1
-14,5
Pará
-6,0
3,5
5,9
5,6
Região Nordeste
-0,5
-6,4
-4,5
-3,9
Ceará
0,9
-9,3
-9,4
-8,4
Pernambuco
0,3
-4,2
-3,4
-3,7
Bahia
2,2
-8,9
-6,4
-5,5
Minas Gerais
-0,1
-7,7
-7,3
-7,0
Espírito Santo
-5,1
-5,2
9,5
9,9
Rio de Janeiro
-0,9
-11,1
-6,3
-5,4
São Paulo
-0,4
-12,9
-10,5
-10,4
Paraná
-5,7
-14,3
-8,5
-7,5
Santa Catarina
0,2
-11,1
-8,0
-7,3
Rio Grande do Sul
-0,8
-16,6
-11,8
-10,4
Mato Grosso
-
4,6
3,4
4,0
Goiás
-2,2
-7,8
-1,8
-1,1
Brasil
-0,7
-11,2
-7,8
-7,2

A redução de ritmo observada na produção industrial nacional, na passagem de setembro para outubro de 2015, série com ajuste sazonal, foi registrada em 10 dos 14 locais pesquisados, com destaque para os recuos mais intensos no Pará (-6,0%), Paraná (-5,7%), Espírito Santo (-5,1%) e Amazonas (-4,9%). Vale destacar que, com exceção do Amazonas, que mostrou o quinto mês consecutivo de queda na produção (acumulando -10,8% nesse período), os demais haviam apontado taxas positivas em setembro: 12,4%, 4,1% e 0,4%. Goiás (-2,2%), Rio de Janeiro (-0,9%) e Rio Grande do Sul (-0,8%) também assinalaram recuos mais intensos do que a média nacional (-0,7%), enquanto Região Nordeste (-0,5%), São Paulo (-0,4%) e Minas Gerais (-0,1%) completaram o conjunto de locais com índices negativos em outubro de 2015. Por outro lado, Bahia (2,2%) e Ceará (0,9%) mostraram os avanços mais elevados nesse mês, com o primeiro eliminando parte da perda de 9,0% acumulada nos meses de agosto e setembro; e o segundo devolvendo parte do recuo de 1,9% verificado no mês anterior. Os demais resultados positivos foram registrados por Pernambuco (0,3%) e Santa Catarina (0,2%).


Ainda na série com ajuste sazonal, a evolução do índice de média móvel trimestral para o total da indústria nacional apontou queda de 1,0%, no trimestre encerrado em outubro de 2015 frente ao nível do mês anterior, e manteve a trajetória descendente iniciada em outubro de 2014. Em termos regionais, ainda em relação ao movimento deste índice na margem, 11 locais mostraram taxas negativas, com destaque para os recuos mais acentuados assinalados por Amazonas (-2,6%), Bahia (-2,4%), Rio de Janeiro (-2,1%), Goiás (-2,0%), Espírito Santo (-2,0%), Rio Grande do Sul (-1,7%) e Região Nordeste (-1,6%). Por outro lado, Ceará, com expansão de 0,7%, registrou o principal avanço em outubro de 2015.
Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial mostrou redução de 11,2%, em outubro de 2015, com treze dos quinze locais pesquisados apontando resultados negativos. Vale citar que outubro de 2015 (21 dias) teve dois dias úteis a menos do que igual mês do ano anterior (23).

Nesse mês, o recuo mais intenso foi registrado por Amazonas (-20,6%). Rio Grande do Sul (-16,6%), Paraná (-14,3%) e São Paulo (-12,9%) também apontaram resultados negativos mais acentuados do que a média nacional (-11,2%), enquanto Santa Catarina (-11,1%), Rio de Janeiro (-11,1%), Ceará (-9,3%), Bahia (-8,9%), Goiás (-7,8%), Minas Gerais (-7,7%), Região Nordeste (-6,4%), Espírito Santo (-5,2%) e Pernambuco (-4,2%) completaram o conjunto de locais com taxas negativas nesse mês. Por outro lado, Mato Grosso (4,6%) e Pará (3,5%) assinalaram os avanços nesse mês.
No indicador acumulado para o período janeiro-outubro de 2015, frente a igual período do ano anterior, a redução na produção nacional alcançou 12 dos 15 locais pesquisados, com seis recuando com intensidade superior à média nacional (-7,8%): Amazonas (-15,1%), Rio Grande do Sul (-11,8%), São Paulo (-10,5%), Ceará (-9,4%), Paraná (-8,5%) e Santa Catarina (-8,0%). Minas Gerais (-7,3%), Bahia (-6,4%), Rio de Janeiro (-6,3%), Região Nordeste (-4,5%), Pernambuco (-3,4%) e Goiás (-1,8%) completaram o conjunto de locais com resultados negativos no fechamento dos dez meses do ano. Por outro lado, Espírito Santo (9,5%) e Pará (5,9%) assinalaram os avanços mais intensos no índice acumulado no ano, impulsionados, em grande parte, pelo comportamento positivo vindo do setor extrativo, enquanto Mato Grosso (3,4%) mostrou o crescimento mais moderado.
A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos doze meses, com o recuo de 7,2% em outubro de 2015 para o total da indústria nacional, assinalou a perda mais intensa desde novembro de 2009 (-9,4%) e manteve a trajetória descendente iniciada em março de 2014 (2,1%). Em termos regionais, 12 dos 15 locais pesquisados mostraram taxas negativas, em outubro de 2015, e 13 apontaram menor dinamismo frente ao índice de setembro último. As principais reduções de ritmo entre setembro e outubro foram registradas por Goiás (de 0,7% para -1,1%), Espírito Santo (de 11,5% para 9,9%), Bahia (de -4,0% para -5,5%), Rio Grande do Sul (de -9,3% para -10,4%), Amazonas (de -13,5% para -14,5%) e Região Nordeste (de -3,0% para -3,9%), enquanto Mato Grosso (de 3,9% para 4,0%) e Pernambuco (de -3,8% para -3,7%) mostraram os ganhos entre os dois períodos.

Indicadores Conjunturais da Indústria
Resultados Regionais
Outubro de 2015

LocaisVariação (%)
Outubro 2015/
Setembro 2015*
Outubro 2015/
Outubro 2014
Acumulado
Janeiro-Outubro
Acumulado nos
Últimos 12 Meses
Amazonas
-4,9
-20,6
-15,1
-14,5
Pará
-6,0
3,5
5,9
5,6
Região Nordeste
-0,5
-6,4
-4,5
-3,9
Ceará
0,9
-9,3
-9,4
-8,4
Pernambuco
0,3
-4,2
-3,4
-3,7
Bahia
2,2
-8,9
-6,4
-5,5
Minas Gerais
-0,1
-7,7
-7,3
-7,0
Espírito Santo
-5,1
-5,2
9,5
9,9
Rio de Janeiro
-0,9
-11,1
-6,3
-5,4
São Paulo
-0,4
-12,9
-10,5
-10,4
Paraná
-5,7
-14,3
-8,5
-7,5
Santa Catarina
0,2
-11,1
-8,0
-7,3
Rio Grande do Sul
-0,8
-16,6
-11,8
-10,4
Mato Grosso
-
4,6
3,4
4,0
Goiás
-2,2
-7,8
-1,8
-1,1
Brasil
-0,7
-11,2
-7,8
-7,2
 


Fonte: Agência Brasil, 09 de dezembro de 2015

 
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