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Brasil Maior: Impacto no Paraná ainda é incerto


Ainda não há uma avaliação aprofundada dos impactos do Brasil Maior sobre a indústria paranaense. O economista e diretor-presidente do Instituto Paranaense de Desenvol­vimen­to Econômico e Social (Ipardes), Gilmar Mendes Lourenço, diz que técnicos da instituição e da Fiep devem se debruçar, em breve, sobre o plano para a execução da derradeira etapa de revisão e atualização da Política de Desen­volvimento Produtivo (PDP) do estado.

Uma das medidas mais importantes a serem detalhadas pelo governo federal está na criação de um regime especial para o setor automotivo, um dos principais do estado. O diretor de relações institucionais da Anfavea (associação das montadoras), Ademar Cantero, elogiou a prorrogação do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e da isenção de IPI para caminhões e veículos comerciais leves, mas disse que o setor espera mais do regime especial para o setor.

Intervenção

Para Eduardo Borin, diretor de comércio exterior de uma indústria de confecções de Maringá, a intervenção do governo é necessária. “As indústrias brasileiras estão ficando em segundo plano em relação a países como a China e a Índia, onde não existem tantos encargos”, compara.

A região de Maringá tem 1,2 mil confecções, que empregam cerca de 60 mil pessoas. Questionado sobre uma possível abertura de novas vagas de trabalho em razão dos benefícios do Brasil Maior, o presidente do Sindicato da Indústria do Vestuário de Maringá (Sindvest), Cassio de Almeida, afirmou que isso vai depender de quanto será economizado e da necessidade de cada empresa. (FZM e Marcus Ayres, da Gazeta Maringá)

Fonte: Gazeta do Povo, 3 de agosto de 2011

 

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