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Gaeco indicia cinco no caso da Construtora Iguaçu

Cinco pessoas foram indiciadas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Londrina pelos crimes de estelionato e formação de quadrilha no caso da construtora Iguaçu do Brasil. O inquérito é referente ao empreendimento Di Mônaco, segundo de uma lista de 13 - os inquéritos foram separados por empreendimentos.


De acordo com o delegado do Gaeco, Ernandes Cezar Alves, foram indiciados o sócio oculto da construtora, Guidimar Guimarães, seus dois filhos, Paula Ribas Guimarães e Maurício Ribas Guimarães, o contador da empresa Joatan de Carvalho Milan e o gerente de vendas André Zancopé. 


Segundo Alves, o inquérito já foi encaminhado ao Ministério Público (MP), que deverá avaliar se vai oferecer denúncia. Os demais inquéritos, conforme o delegado, estão sendo concluídos e também serão encaminhados ao MP "em breve". 

Walter Barbosa Bittar, advogado de defesa de Maurício Guimarães, Guidimar Guimarães e Paula Guimarães, afirmou à FOLHA que "as insinuações serão devidamente refutadas perante a autoridade legal". Ele completou dizendo que "não houve qualquer tipo de fraude". 

Marcos Ticianelli, advogado que acompanhou André Zancopé em interrogatório no Gaeco, informou que não estava autorizado pelo cliente a falar sobre o assunto. Joatan de Carvalho Milan foi encontrado em Maringá, e confirmou, por telefone, que trabalhava no setor de controladoria da construtora, mas que não tinha conhecimento algum sobre as acusações contra a empresa.

 

Fonte: Folha de Londrina, 25 de novembro de 2014

 

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